Quem somos



O PROJETO REMOMA, que tem como principal objetivo o reflorestamento do morro da histórica Igreja Matriz de São Gonçalo tendo como conseqüência, a integração da comunidade com a natureza (meio ambiente a que pertence), melhoria da paisagem da cidade, inibir o crescimento desordenado no topo do terreno, caminhadas com temas religiosos e ecológicos, etc.
O PROJETO REMOMA, que tem como principal objetivo o reflorestamento do morro da histórica Igreja Matriz de São Gonçalo tendo como conseqüência, a integração da comunidade com a natureza (meio ambiente a que pertence), melhoria da paisagem da cidade, inibir o crescimento desordenado no topo do terreno, caminhadas com temas religiosos e ecológicos, etc.

PRIMEIRAS ATIVIDADES

O Projeto começou a ser realizado voluntariamente sobre a minha coordenação, biólogo Marcos Dias CRbio 42.689/02 desde o ano de 2002, que até então era membro do C.O.R. Jovem. Na época resolvi colocar em pauta da reunião do grupo, a ação de pintar o Cruzeiro que se encontrava depredado e esquecido, tanto pelo poder público quanto pela a igreja há décadas. Mediante a aprovação do grupo fomos a procura do Padre Fausto para que aprovasse a ação e também patrocinasse a tinta. O Padre gostou da idéia e logo compramos a tinta para a pintura. No dia 28/05/2002 foi o dia da pintura. realizada com muito gosto.





O Cruzeiro foi construído em 1947 em comemoração ao tricentenário da igreja matriz. Tentamos assim, resgatar o seu valor histórico tanto para a moral da igreja quanto para a cidade já que se encontrava e se encontra também no brasão da bandeira do nosso município.

CONSTA NO BRASÃO DO MUNICÍPIO:


Por meio da Deliberação nº 557/69, de 10 de setembro de 1969, aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo Prefeito, Dr. Osmar Leitão Rosa, foram instituídos o Brasão Heráldico e a Bandeira do Município de São Gonçalo.

Ao centro, fica o Escudo, tipo português, dividido em :
Campo de Goles (vermelho), apresentando um cocar sobre duas flechas em aspa; uma estrela de cinco pontas e o esboço do mapa do Rio de Janeiro, tudo em ouro. Campo em Blau (azul), com a roda dentada (engrenagem) de ouro sobrepondo seis galpões de fábricas com duas chaminés nas extremidades, tudo em prata.Campo de Sinople (verde), há um rio ondulado em prata; sobre o rio, no centro, um monte encimado por um cruzeiro, tudo em ouro.Acima do escudo, está a Coroa Mural (ou muralha) de prata, com cinco torres (esta figura é símbolo de município em todo o Brasil). Abaixo do escudo, está o Listel de Goles, com a divisa São Gonçalo e as datas 1646 na destra (direita) e 1890 na sinistra (esquerda) tudo em sable (preto). Sobre o suporte da direita há um ramo de café frutificado e, no suporte da esquerda, está a cana de açúcar, tudo nas próprias cores.
São Gonçalo ao criar seu brasão, procurou dar ênfase as suas características de município industrial, que na época, estava em franca expansão, exportando, inclusive, sua agricultura e sua religiosidade.
Depois da pintura do Cruzeiro, nos reunimos no dia 10/05/2005 para outra atividade o plantio de 25 mudas de árvores. .





Graças a nossa atividade, neste dia, a moradora local nos procurou para nos dizer que havia guardado em sua casa por medo de roubarem, a placa inaugural de bronze que ficava presa ao cruzeiro. Ela confiando em nosso trabalho nos deu a placa que foi fotografada e posteriormente entregue atual ao Pe. Ademar. Neste dia tivemos a presença do Jornal O São Gonçalo(logo abaixo) que realizou uma matéria falando do reflorestamento com o plantio de 25 mudas de árvores.
Ao término da atividade já no pátio da igreja, encontramos com o Exmo. e Revmo Bispo, Dom Alano que tinha acabado de sair da casa paroquial e acabou participando conosco da fotografia.
CRIAÇÃO DO VIVEIRO DE ÁRVORES

A pintura do cruzeiro e o plantio de 25 árvores não era o suficiente. Precisávamos ir além. Ouve-se falar que o Padre Eugênio tinha vontade de fazer uma VIA SACRA até lá no Cruzeiro e chegou até realizar através de máquinas a abertura do suposto caminho que levasse a cruz, mas talvez faltou quem o ajudasse e infelizmente não foi levado à frente o seu desejável e importante projeto.
Eu Marcos batizado e crismado membro do C.O.R. Jovem vivendo na paróquia desde que nasci, em 2005, me senti chamado a realizar a construção do viveiro de árvores próximo ao campo para assim reflorestarmos o morro e resgatar o Projeto do Padre Eugênio esquecido pelos fiéis de sua época na paróquia.
Em agosto de 2005, a igreja já tinha e tem até hoje parte do seu terreno alugado para o Hospital das clínicas de São Gonçalo, usado-o para estacionamento e quando uma parte desse terreno foi asfaltada, aproveitei a ocasião para solicitar, a limpeza do local onde seria o viveiro que até então era o lugar de despejo de parte de lixo da paróquia. A empresa que realizava a colocação do asfalto cobrou na época R$150,00 para realizar o trabalho que foi liberado pela paróquia.
Uma vez realizado a limpeza nos dias 09 e 10 de agosto de 2005 pela retro escavadeira, começamos a construir o viveiro autorizado pelo atual Padre Ademar.
Ao terreno ser limpo, começou a minar água e o terreno começou a encharcar, e para resolver o problema, tivemos que fazer um dreno. Mas não ficou só no dreno, fizemos um pequeno lago onde criamos peixes ornamentais e também usamos essa água para regar as plantas
DOAÇÃO DA CAIXA D’ ÁGUA

Após a construção do viveiro em 2005, dois anos depois, no dia 08 de julho de 2007 na ocasião festa julina da paróquia, montei uma barraca ecológica para abordar fotograficamente, assuntos do projeto, houve também inscrições para ser voluntário do projeto.
Neste dia havia colocado no livro de aviso da missa a necessidade que o grupo ecológico precisava no momento, a doação de uma caixa d’água de 5000 de litros. A missa estava sendo celebrada pelo visitante Padre Marcos que falou sobre a doação.
Com isso durante a festa fui abordado inesperadamente pela Isabela que disse que queria doar a caixa, me pediu para ver preços e que depois falasse para ela. Naquele momento diante de tantos contratempos que faziam desistir, pensei, “o projeto esta ficando sério” abandonar não dá mais.
Essa caixa d’água chegou no dia 03 de agosto de 2007 onde analisamos um lugar ideal para que tivesse queda e o lugar escolhido foi no meio do morro em baixo da árvore paineira. Como temos épocas em que o abundante capim colonião presente no morro seca, moradores das casas próximas ateam fogo destruindo qualquer espécie em desenvolvimento e para isso a água da caixa seria para combate o incêndio principalmente nos lugares já replantados e também para regar as plantas do viveiro.
Ganhamos a caixa d’água, mas ainda falta bomba que será usada para levar a água da nascente para a mesma e que em época de seca usaríamos água tratada para abastecê-la.
Ultimamente devido a falta da bomba, viramos a tampa da caixa ao contrário permitindo assim captarmos água da chuva e também colocamos uma calha rente a pedra ligada da caixa para assim quando chover a água escorrer para ela. Este método deu certo, mas não tem sido suficiente para mantê-la cheia por motivos na região pluviometricamente baixa e instável. Com isso devido a falta da bomba o nível da caixa passa raramente de 2000 litros o que numa ocasião de incêndio não poderia ser suficiente para o combate. A seguir fotos da barraca ecológica e a chegada da caixa e o começo da construção do platô para comportar a caixa d’água
CHEGADA DA CAIXA NO DIA 03 DE AGOSTO DE 2007
COMEÇA A OBRA PARA A CONSTRUÇÃO DO PLATÔ DA CAIXA D’ÁGUA
No dia 04 de agosto de 2007, tivemos ajuda de importantes voluntários Kleber,Vitor Marinelli, Bruno Mertz, Val, Anderson, Jeferson, Marcio Dias, Dickson, Gelson, Jorge, Julio, Ardilis, Rafael e Sr Francisco onde começamos a fazer a massa.
HÁ A NECESSIDADE DE UMA TIROLESA
Ao fazer a massa começamos a lavá-la nas costas até o local de difícil acesso, era um balde de 15 kg e para chegar ao local subíamos uma distância de 100 metros. Percebendo que para encher o local do platô, seriam necessários centenas de baldes e o peso nas costas era super preocupante, resolvemos criar uma tirolesa para transportar os baldes de concreto. Compramos cabo de aço ficando a tirolesa com 70 metros onde o balde subia e descia através de uma roldana manualmente. Tivemos que ajeitá-la várias vezes por causa do peso. Ela foi um sucesso, foi em média gasto, 150 baldes de concreto para realizar o trabalho. O trabalho era realizado sempre nos finais de semana hora tinha muita gente, hora pouca gente.
COLOCAÇÃO DA CAIXA D’ÁGUA NO DIA 01 DE SETEMBRO DE 2007
ACEIRO PARA EVITAR PROPAGAÇÃO DE FOGO 08 DE SETEMBRO DE 2007

O aceiro é uma medida de segurança para evitar propagação do fogo, pois o mato estava muito seco e se houvesse fogo poderíamos colocar em risco a caixa d’água e árvores em desenvolvimento. Por falta de uma roçadeira o trabalho foi feito através de enxada e foice.
117º GRUPO DE ESCOTEIRO PROFESSOR DARCY RIBEIRO
24 de novembro de 2007

ATIVIDADES REALIZADAS:

1. 1ª Panfletagem na comunidade Nossa Senhora das Graças. Solicitação para não jogar lixo na encosta;
2. Retirada do lixo jogado pelos moradores;
3. Plantio de árvores;
expressivo, dificultando a preparação das próximas etapas que ao invés de acontecerem mês a mês, acabam sendo 2 vezes ao ano.
A meta é plantarmos 1350 mudas nativas pois nesses quatro anos (48 meses) só plantamos 150 árvores
A CRIAÇÃO DO GRUPO ECOLÓGICO

È através da construção do viveiro com capacidade de armazenamento para duzentas árvores, que nos permite uma vez sempre abastecido, a realização de plantios a cada mês ou no máximo em dois meses, só faltava a criação do grupo ecológico.
Em março de 2007 na busca de encontrar pessoas interessadas no tema de grande relevância e necessidade nos dias de hoje, que é a preservação do meio ambiente tivemos os primeiros voluntários inscritos e que hoje encontra-se com 190 voluntários e voluntárias convidados através dos e-mails (grupoecologicodamatriz@yahoo.com.br e projetoremoma@gmail.com) para todas as atividades realizadas, que vão desde molhar as plantas do viveiro, limpeza da trilha, capinas, roçadas e para o dia principal que é o plantio, onde geralmente plantamos por etapa de 50 mudas de árvores.

EM 2008, SURGE O LOGOTIPO DO PROJETO CRIADO PELO VOLUNTÁRIO BRUNO MERTZ.